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Adeus Sérgio Moro

Anoitece, a luz do monitor com as declarações do superjuiz Sérgio Moro na última segunda-feira, em Madrid, em um encontro promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, presidida por Vargas Llosa, espalha um halo de saudade. O símbolo do combate à corrupção política, o super-herói de uma das maiores operações de sempre, a “Lava-Jato”, voltou a explicar o inexplicável sobre o que o levou a aceitar o convite ministerial para o Governo de Bolsonaro, afirmando: “Como gostamos de futebol, temos no Brasil uma expressão segundo a qual alguém diz estar cansado de levar bola nas costas. O meu trabalho no judiciário era relevante, mas tudo aquilo poderia perder-se se não impulsionasse reformas maiores. Não poderia fazer isso como juiz”, declarações citadas pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Continuando a citação, ele diz sobre Bolsonaro, “não vislumbro no Presidente traços de autoritarismo”. Tudo isto aconteceu incrivelmente, num encontro sob a égide da liberdade, em fim de carreira judicial.

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