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O recrutamento dos juízes como fonte da independência

Naquela altura do julgamento o juiz sábio olhou para o arguido deslocado, com um desabafo insólito: “Você não tem pinta de ser freguês desta casa, o pior é o seu advogado...” Não era nada contra o advogado, mas o método infalível da avaliação pela “pinta” notoriamente inocente a destoar no contexto do cambão muito em voga naquele tempo. Tempo longínquo em que os juízes não eram submetidos a grelhas imbricadas de seleção e formação, funcionavam com o bom senso do bom pai de família e percebiam as coisas e as pessoas. Tudo se complicou de ambos os lados.

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