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O FMI em África e o risco moral

Na atividade económica o problema do risco moral está sempre presente. Felizmente não é o seu lado negativo que é o recorrente. Mas existe e pode ter contornos gravosos. Por exemplo, o endividamento dos Estados que têm enormes dificuldades de financiamento e que contraem empréstimos, nomeadamente fora de portas, isto é, no mercado internacional. A razão para ir bater à porta de outro é consequência de desequilíbrios económicos e financeiros internos os quais, as mais das vezes, decorrem de políticas económicas completamente erradas e desajustadas. Com a corda na garganta este não é o melhor enquadramento para negociar empréstimos e condições a eles associadas. E se o ambiente for de taxas de juro baixas, o laxismo negocial ainda será maior. Estudos de caso sobre a realidade africana são em número razoável e em maioria giram em torno do papel do FMI.

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