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Eleições e orçamento(s)

Acusar de eleitoralista um Orçamento do Estado em ano de eleições legislativas é a mesma coisa que repetir uma verdade de La Palisse. Já se sabe que é assim. Para não ir muito atrás, basta recordar que José Sócrates aumentou os funcionários públicos em ano de eleições, quando a economia já dava sinais de caminhar para o desastre. E que até Passos Coelho aliviou a austeridade antes do confronto eleitoral de 2015. Ambos ganharam. Os políticos não resistem a usar o Orçamento como arma eleitoral e António Costa não será exceção. O contrário é que seria de admirar.

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