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Negativos assassinados

Em Londres gosto de frequentar a centenária Whitechapel Gallery, sempre virada para o futuro. Sei que em 1939 acolheu e expôs a “Guernica”, de Picasso, num protesto contra os excessos nacionalistas da Guerra Civil de Espanha. Inutilizar um negativo com um furador é abortar uma fotografia. Foi esta a prática adotada pelo economista Roy Stryker quando editava as mais de 150 mil fotografias tiradas entre 1935-44 pela sua equipa da Secção Histórica da FSA (Farm Security Administration), criada com o objetivo de dar testemunho das paupérrimas condições de vida e de trabalho na América, nos tempos de seca que se seguiram à Grande Depressão.

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