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Carmen Jones

Carmen é como o Hamlet. Pode ser tudo para toda a gente. Depois da novela de Prosper Mérimée (1845) iluminada pela música (1875) de Georges Bizet, houve “Carmen Ou a Paródia de Charlot” (1915) e o filme (mudo) de Cecil B. DeMille (1915) com uma grande e bela cantora, Geraldine Farrar, na protagonista. Ainda na época do mudo, Raoul Walsh deixou-se tentar duas vezes, primeiro com Theda Bara (em 1915, para bater DeMille) e depois com Dolores del Rio (em “Amores Bravios”, de 1927). Charles Vidor fez “Amores de Carmen” (1948), um remake do filme de Walsh, mas sem nada de Bizet e pouco de cigano da parte de Rita Hayworth.

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