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A banca outra vez ou como já cheira a esturro

Insistir em não aceitar o passado é simplesmente estúpido. Os primeiros anos da nossa aventura na moeda única foram uma festa sem limites, potenciada pela dependência do crédito barato que se tornou rapidamente crónica. O custo do dinheiro deu-nos a sensação de que éramos capazes de tudo. Como uma droga alucinogénica, vivíamos como se pertencêssemos ao clube dos ricos.

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