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Freddie Oversteegen (1925-2018)

Freddie Oversteegen, que morreu num lar de terceira idade em Driehuis, Países Baixos, onde desde há meses sofrera vários ataques de coração, a 5 deste mês, véspera do dia em que teria completado 93 anos, após idade adulta sem nada de particular, deixando três filhos de marido metalúrgico já falecido, fizera na adolescência, entre os 14 e os 16 anos, juntamente com a irmã Truu, dois anos mais velha (e uma amiga muito ruiva, Hannie Schaft, mais velha ainda, no 1º ano de Direito), coisas que não era costume meninas europeias da sua idade fazerem de tal maneira que, antes de a elas se meterem, viera pedir licença à mãe, com quem viviam depois da separação dos pais, um senhor de chapéu, de meia-idade e classe média, chefe da resistência holandesa aos invasores e ocupantes alemães nazis na zona onde as manas habitavam — Conselho da Resistência de Haarlem — e as tinha visto distribuir panfletos e colar cartazes contra a ocupação alemã e desencorajando a colaboração (por exemplo: ‘Por cada holandês que vá trabalhar para a Alemanha, um soldado alemão vai para a frente de batalha’ — e iam muitos.

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