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O regresso do nacionalismo bacoco

“Eu nem sequer fui ouvido no ato de que nasci”, escreveu certeiramente o poeta António Gedeão. Não escolhemos hora, local ou enquadramento social. Assim sendo, que razão torna esse local tão importante? Sobretudo quando já quase não há razões para defender territórios? Quando grandes empresas e organizações são multi ou supranacionais? O que nos leva a crer num privilégio de nascer em certos locais? Ou defender que o estrangeiro não pode ter os mesmos direitos, apenas porque nasceu noutro lado?

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