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A informalidade deste país

Se as suspeitas da PJ estão certas, um ex-militar que se dedica a tráficos variados roubou umas armas do quartel de Tancos. Não se sabe como as tirou, que isso é outra investigação. Mas parece que se sabe como as devolveu. Lamentando o sensacionalismo que transformou o seu trabalho num escândalo nacional, quis desfazer o furto. Como tinha estado na tropa, o meliante conhecia uns tipos da GNR de Loulé para tomar conta da ocorrência. Em conjunto com a PJ Militar, lá fizeram as armas aparecer por obra do bom trabalho do Exército e de um telefonema anónimo.

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