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Não me divorciei da minha filha

Manda a tradição que os juízes entreguem a guarda dos filhos às mães. Decisão que, além de um preconceito machista, se baseia na ideia de que a “instabilidade” de viver em duas casas é mais grave do que a ausência súbita de um dos pais no quotidiano da criança. E o quotidiano não são fins de semana no jardim zoológico. É dizer que “não”, mandar deitar, levar à escola, estar lá. Porque o divórcio entre pais não tem de ser um divórcio com os filhos, concordo com a petição entregue à Assembleia da República para a presunção jurídica da residência alternada. Ela não impõe esta solução como única, assim como a presunção jurídica do casamento com comunhão de adquiridos não impede a separação total de bens. Apenas diz ao juiz que antes de fixar a residência na casa de um dos pais deve saber se é possível manter a partilha.

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