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Nova normalidade

Dia 2 de novembro. Na Conferência sobre o Orçamento do Estado organizada pela Ordem dos Economistas, Mário Centeno apresenta o OE-2019. Enquadra-o numa trajetória de quatro anos, caracterizada pela redução progressiva do défice, a caminho do equilíbrio das contas públicas (o défice orçamentado para 2019 é de apenas 0,2% do PIB). Valoriza o facto de esta trajetória não ter prejudicado o crescimento do PIB e enfatiza a importância de que se reveste para se conseguir, no futuro, um crescimento mais elevado. Afirma que Portugal acaba de se juntar à cerca de metade dos países da UE que já vive em regime de equilíbrio das contas públicas e qualifica este resultado, de que visivelmente se orgulha, de “nova normalidade”. Senti-me inteiramente de acordo e considerei, para comigo, que, só por este resultado, a legislatura teria valido a pena — assim se revele efetivamente adquirida a alegada “nova normalidade”.

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