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Os desastres da TAP

Pode ser que um dia me reconcilie com a TAP. A TAP perdeu-me. Voo na companhia quando não há alternativa, tal como voo nas low cost, nunca a Ryanair, quando não há alternativa. A TAP perdeu-me na noite de inverno em que cheguei ao buraco do aeroporto de Newark, em Nova Iorque, e ouvi uma gentil senhora lamentar, o voo está atrasado, o avião está a sair do Rio de Janeiro. Por esse tempo, não havia voo da TAP que não chegasse e partisse atrasado, e o sempiterno presidente, Fernando Pinto, ia soletrando homilias sobre a excelência da TAP, tirando pequenos problemas, mais tarde acompanhadas da necessidade de a vender ao amigo Efromovich. A TAP era pública e estava endividada. Admito que esta privatização, que defendi, injetou na empresa letárgica capital e energia, e sobretudo correu com Fernando Pinto.

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