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Voltando à Caixa: erros e traições

1 O presidente demissionário da CGD, José de Matos, tem toda a razão para se sentir maltratado pelo anterior e por este Governo. Pedro Passos Coelho não simpatizava com ele e, enquanto primeiro-ministro, disse publicamente que estava muito preocupado por a Caixa ainda não ter pago os €900 milhões de ajuda estatal, que ele próprio e Vítor Gaspar obrigaram o banco público a aceitar. Foi propositado. O objetivo era meter um pé na porta para avançar para a privatização parcial ou total da CGD. Mas o atual Governo também tem maltratado José de Matos. Não lhe comunicou que o ia substituir, apesar de o seu mandato ter terminado no final do ano passado — outro erro.

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