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Coisas que, evidentemente, estão mal na nossa justiça e ninguém quer mudar a sério

A primeira coisa que está errada é a perseguição infrene que os agentes do Ministério Público fazem aos nossos políticos. Reparem que estes, apesar dos sacrifícios por que passam (como terem de vir de Bragança ou das ilhas, ainda que morem no Largo de Dona Estefânia, ou serem obrigados a comer no Parlamento ou em restaurantes obviamente caros, mesmo que não tenham de pagar), são constantemente perseguidos. Um tipo não está presente e vem outro assina por ele. Está tramado! Nas empresas públicas e privadas, toda a gente faz isto com o maior dos à vontades e ninguém lhes pede responsabilidades. Mais: se um chefe perguntar por um subordinado, logo um colega se apressa a responder: “Mesmo agora estava aqui”, ou: “Acabou de sair”, ou: “Tinha a prima doente e teve de a levar ao hospital.” Tive uma colega a quem lhe morreram nove avós sem que ninguém desse por nada e se chateou por isso.

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