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Como um conhecido detetive belga resolveu um problema já antigo de armas roubadas

Hercule Poirot, como era seu hábito, reuniu todos os suspeitos numa sala. Tinha acabado, após algum esforço, de resolver um dos mais tenebrosos mistérios que se abatera sobre as Forças Armadas, sobre as unidades de investigação e sobre as brigadas anticrime deste país. Puxava o seu bigode encerado, retorcendo-o, com uma expressão de gozo e vitória que não podia escapar ao mais desatento dos observadores. Depois de verificar que, do ministro ao porteiro do paiol onde ocorrera o furto, todos estavam sentados, deu dois passos e começou o seu habitual discurso dedutivo:

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