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A cimeira, ou a ladeira, da ‘geringonça’ com vista ao próximo orçamento

Estavam todos com ar pálido, porque o verão foi o que se viu, mas de qualquer modo os líderes dos três (perdão, quatro) partidos que apoiam o genial Executivo português que conseguiu retirar o país da fossa tinham um semblante preocupado. Era preciso concretizar o Orçamento, e a questão dos professores não estava resolvida. Passou agosto a correr, passou a Festa do Avante!, que é sempre um local para dizer coisas, já vamos a meio de setembro (se calhar, este texto era só para outubro e eu enganei-me) e não havia acordo para os professores, ou seja, o professor Mário Nogueira continua com aquela t-shirt a dizer uns números sobre a reposição das carreiras e o seu homónimo Centeno continua a dizer que isto de Orçamentos não é só para os professores (querias!); é também para os beneficiários do rendimento social de inserção, os empresários da construção civil, os boys dos partidos, os maquinistas da CP e outras profissões não menos dignas. António Costa, que já se desdobrara em entrevistas internacionais cujo leitmotiv era a humildade (“não, não sou assim tão bom, ainda há muito trabalho para fazer”), decidiu, então, fazer a cimeira dos partidos que apoiam o seu (dele) Governo.

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