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Em tancos há de se apurar tudo! até a responsabilidade do último responsável

O assalto às instalações militares de Tancos foi há tanto tempo que ainda Pedro Passos Coelho era líder do PSD e Santana da Santa Casa

Presidente da República anda atento há dois milhões e 300 mil beijos e abraços. Quer dizer, há já mais de um ano. Ele insiste e volta a insistir que tudo vai ter de ser apurado. E eu pareço ser o único português, ou quiçá no mundo, que concorda com ele. Nem uma bala, nem um cartucho, nem um grama de pólvora ou daqueles plásticos esquisitos que rebentam ficarão sem escrutínio. Nem que tenhamos de andar de gatas, eu e ele, com uma lupa, a ver onde anda o material roubado.

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