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A conspiração contra a inteligência

Quando Philip Roth morreu há cerca de três semanas, não foram poucos os que reconheceram ter morrido um dos maiores. O escritor vigoroso que escandalizou a comunidade judaica com a sua escrita desassombrada sobre sexo, e mais tarde certas mulheres com as suas observações desassombradas sobre personagens femininas, tinha partido, abandonado o ofício em 2010 com “Némesis”, as últimas obras revestidas a melancolia. Assim como em vida não faltou quem lhe zurzisse, também na morte houve quem sobre ele dissesse: “Não li. Constou-me que era misógino, se calhar não perdi nada.”

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