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Precisamos de novos malandros

Eles são uns miúdos que já não são miúdos, de promessas de políticos passaram a políticos de promessas, e aprenderam tão bem o ofício que já podem ensiná-lo. A lição é fácil: eleitos para funções públicas, fazem avenças, contratos e subcontratos para uma onça de amigos que lhes devolvem parte dos valores contratados. São avenças vaivém: eu pago-te por cheque dinheiro do Estado para me pagares em notas dinheiro que fica meu. É a corrupção mais antiga do mundo.

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