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E ninguém ouve?

Ainda mal acabou a silly season e já estamos a apanhar com a rentrée em cima, o que significa que ainda mal saímos na balbúrdia e já estamos a entrar no barulho. Sobretudo nos grandes centros urbanos, onde os níveis de ruído têm crescido e visto multiplicar as suas fontes. Isto ao mesmo tempo que as legislações comunitárias e nacionais se preocupam cada vez mais com o problema e que os especialistas em saúde pública alertam para o efeito grave e profundo do ruído. Estranhamente, o ruído parece sempre uma coisa que ‘não tem importância’. Primeiro porque parece imaterial. Depois porque também parece passageiro. Depois porque chega a parecer eufórico. E, por fim, porque o ruído tem sempre mais força do que o silêncio.

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