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A adolescência do juiz Kavanaugh

Tenho acompanhado com atenção o caso das audições de Brett Kavanaugh, o juiz proposto por Donald Trump para o Supremo Tribunal dos EUA, e que foi acusado de agressão sexual há mais de 30 anos, quando tinha 17 e era aluno de liceu. Quando o caso surgiu, há semanas, tudo isto me pareceu absurdo, um excesso do movimento #MeToo, misturado com aproveitamento pelos democratas, não justificável, por mais que a figura de Kavanaugh e aquilo que ele representa — um conservadorismo retrógrado e simultaneamente um culto ao trumpismo — me causasse repulsa. Kavanaugh estava a ser julgado por uma festa de adolescentes no verão de 1982 em que se beberam umas cervejas a mais? É ridículo. Mas durante as audições fui mudando de opinião. Várias vezes. E no entanto abriu-se uma porta que já não se volta a fechar.

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