Siga-nos

Perfil

Expresso

“Zafar”, o golfinho tarado, e Bill Clinton

É bonito a facilidade como nos comovemos com as histórias do reino animal. Ainda em agosto tivemos um momento horrível quando aquela orca mamã se recusou a abandonar a cria morta e a empurrou quase dois mil quilómetros. Este foi o luto mais longo presenciado por cientistas. De repente, num domingo (e logo num domingo), ao fim de duas semanas, a orca “Tahlequah” (ou “J35”) terminou esse longo processo de despedida, abandonou a carcaça e regressou para a sua comunidade. Do que li, relatado pelos especialistas que acompanham este grupo de orcas — espécie que se encontra cada vez mais perto da extinção — não se pode obviamente dizer que a “J35” tenha estado a chorar a morte da sua cria, tipo filme da Disney.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)