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Bom Bono

Há um momento em que Bono diz ‘obrigado por nos terem dado uma vida tão boa’. Vou resistir ao cinismo da rapariga que escreveu no Twitter: ‘Vou lembrar-me disso quando tiver 40 anos e for uma sem-abrigo com uma data de discos autografados’.” Foi assim que Ricardo Marques (revista Expresso) acabou há uns tempos uma peça sobre um concerto dos U2. É isto, meus caros: “vou resistir ao cinismo”. Se não matarmos o cinismo, ele matar-nos-á. Aliás, as facas (politicamente correto, de um lado, Trump, do outro) já entraram na carne; resta saber se chegarão a órgãos vitais. Nesta urgência, a genuína bondade católica de Bono é cada vez mais uma aliada de quem vive atormentado pelo pesadelo de Yeats, “the center cannot hold”.

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