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A Google de Marx e Spengler

Numa troca de e-mails, escrevo a palavra “bruxa” várias vezes; pouco depois, a minha própria conta de e-mail começa a bombardear-me com anúncios de cartomantes e videntes da Grande Lisboa. Vou duas vezes ao site do Benfica; pouco depois, os anúncios da Google começam a barragem publicitária com as novas camisolas do Benfica apesar de eu estar a ver sites americanos. A Google tem um poder desmedido, oligárquico e arbitrário. Sim, arbitrário: o que impede a Google de impor uma única visão do mundo através do algoritmo?

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