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Margarida Cordo

Margarida Cordo

Psicóloga clínica

A mostrar as chamas não se apagam fogos

Temos vindo a assistir, desde há vários dias, a mais um tremendo incêndio (qualquer um o é) que mobiliza tudo o que é mobilizável – recursos humanos, técnicos, comunicação social, políticos… A adversidade circunstancial (terrenos, clima, …) tem dificultado o sucesso das intervenções.

Os media e as redes sociais estão impregnados de reportagens, vídeos de profissionais e de amadores, artigos de opinião (e este é só mais um). Contudo, se há circunstância em que alguma pedagogia faz sentido, é nesta mesmo. Do que tenho visto, ouvido e lido, percebo que há critérios para tudo, naturalmente. É por isso que me demito de expressar mais ideias sobre aquilo que não sei. Deviam ou não ser retiradas as pessoas de suas casas, por exemplo? Um especialista comentou que há circunstâncias em que sim e outras em que não, já que se sabe que pessoas autónomas (excluem-se naturalmente aquelas com mobilidade reduzida e as crianças), desde que devidamente protegidas, nomeadamente em termos de vestuário, se permanecerem têm muito mais probabilidades de conseguir defender os seus pertences.

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