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Gráfico animado: Tailândia dividida

Os confrontos já provocaram 27 mortos e quase 1.000 feridos, na mais grave crise que conheceu a Tailândia desde 1992.

O Primeiro-ministro tailandês prometeu hoje elaborar um "roteiro" para a resolução da grave crise política que assola o país, enquanto os manifestantes que exigem a sua demissão iniciam a sua oitava semana de luta.

"Vou apresentar uma solução política ou um roteiro. Tenho a vontade política de o fazer", declarou Abhisit, num discurso aos senadores.

"Para encontrar uma solução política, devemos (todos) ouvir, e não somente o governo, o mundo político, os manifestantes ou os que se opuseram ao seu movimento", acrescentou.

Os "camisas vermelhas", que se manifestam desde meados de março, barricaram-se num bairro do centro da cidade, atrás de grandes barreiras de pneus e de bambu afiado, destinados a protegê-los de um eventual assalto das forças da ordem.

Os confrontos já provocaram 27 mortos e quase 1.000 feridos, na mais grave na crise que conheceu a Tailândia desde 1992.

Sábado, o grupo de reflexão International Crisis Group (ICG), com sede em Bruxelas, considerou que a situação no país pode degenerar numa "guerra civil", preconizando negociações com a ajuda de personalidades estrangeiras.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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