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Explosões em Mafra

BOMBAS químicas, tentativa de sequestro, ataques com cocktails molotov. Durante seis dias, uma equipa de jornalistas do EXPRESSO, Sic e Visão e uma médica da AMI esteve em território inimigo sob fogo cruzado. No enclave de Katur, a situação era caótica. Katur na realidade não existe. É um território de ficção. Na verdade, a equipa de repórteres fez parte do segundo curso para jornalistas em zonas de conflito, organizado pelo Exército português em conjunto com a Sic para o Grupo Impresa. Uma semana passada, no duro, na tapada de Mafra, com a Escola de Infantaria de Mafra e o Centro de Tropas de comando. Entre as rações de combate e teatros realistas de guerra, a missão foi cumprida. Não houve vítimas nem danos colaterais a registar.