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Uma década como Património da Humanidade

Foi em Dezembro de 1998 que a Unesco declarou o conjunto de arte rupestre do rio Côa como Património da Humanidade. Dez anos depois, o Parque Arqueológico foi já visitado por mais de 165 mil pessoas.

Jorge Montez

Em finais de 1994, a descoberta de 18 sítios com gravuras rupestres nas margens do rio Côa gerou um movimento cívico que conseguiu travar a construção de uma barragem e preservar os vestígios arqueológicos.

Hoje, estão identificados mais de 70 sítios com cerca de um milhar de pedras gravadas. O rio Côa revelou-se um local único no mundo pela quantidade e qualidade das gravuras descobertas.

O Parque Arqueológico do Vale do Côa está a assinalar os dez anos da declaração do vale como Património da Humanidade. As comemorações prolongam-se até 15 de Janeiro, com a edição de uma série de publicações sobre as gravuras.

Para o ano está anunciada a abertura do Museu Arqueológico do Côa. Com as obras de construção civil praticamente concluídas ainda não há datas para a sua abertura. O novo museu vai permitir que mais pessoas tomem contacto com a herança que nos foi deixada há 25 mil anos.