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Receio de escalada no estreito de Kerch

Poroshenko, aqui com o seu ministro da Defesa, é criticado dentro e fora de portas

FOTO Mykola Lazarenko/Reuters

Não há fim à vista para o confronto na passagem entre o Mar Negro e o Mar de Azov

Sophia Kishkovsky, correspondente em Moscovo

Quando o Presidente dos Estados Unidos anunciou na rede social Twitter, na quinta-feira, que não iria encontrar-se com Vladimir Putin durante a cimeira do G20 (este fim de semana em Buenos Aires) até que a Rússia resolva o seu conflito com a Ucrânia por causa do estreito de Kerch, a televisão estatal russa viu nisso uma manobra para desviar as atenções dos problemas políticos domésticos de Donald Trump.

As tensões sobre a passagem marítima entre a Crimeia e o leste da Ucrânia, reclamada por Moscovo e Kiev, tem vindo a aumentar ao longo do ano e atingiu o auge a 25 de novembro, que resultou na instauração da lei marcial em dez regiões ucranianas e em novo conflito nas relações com a Rússia, já tensas desde 2014, com potencial para envolver a NATO. Kiev proíbe a entrada no país de homens russos dos 16 aos 60 anos.

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