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Vaticano confirma investigação a possíveis irregularidades financeiras no Coro da Capela Sistina

Franco Origlia/Getty Images

A confirmação chegou na forma de comunicado horas depois de uma reportagem do jornal “La Stampa” sobre o grupo coral. Segundo o diário italiano, o empresário e o diretor do grupo coral estão a ser investigados por suspeitas de peculato, fraude e lavagem de dinheiro. Fundado no século XV, acredita-se que este seja o coro mais antigo do mundo

O Papa Francisco autorizou uma investigação a possíveis irregularidades financeiras no Coro da Capela Sistina. Em comunicado divulgado esta quarta-feira, o Vaticano confirmou a investigação horas depois de uma reportagem do jornal “La Stampa” sobre o grupo coral.

Segundo o diário italiano, os magistrados do Vaticano estão a investigar o empresário do coro, que é leigo, e o seu diretor, um padre, por suspeitas de peculato, fraude e lavagem de dinheiro. O comunicado limitou-se a confirmar que o Papa tinha autorizado a investigação há vários meses e que esta continuava.

Em maio, o grupo, formado por homens e rapazes e que tem um contrato discográfico com uma grande editora, apresentou-se na inauguração de gala de uma exposição no Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque. Dois meses depois, a digressão de verão nos EUA foi cancelada sem qualquer explicação oficial.

Fundado em 1471, acredita-se que este seja o grupo coral mais antigo do mundo, com raízes que remontam ao Schola Cantorum, instituído pelo Papa Gregório, o Grande por volta do ano de 600.