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Migrações. Trump diz que criminalidade na Alemanha aumentou devido à imigração

The Washington Post/Getty

O 'tweet' sobre a Alemanha foi seguido de uma serie de 'tweets' sobre o tema: “Se não há fronteiras, não há país”, escreveu, atacando em seguida o Partido Democrata

O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou nesta terça-feira a afirmar que a criminalidade na Alemanha aumentou devido à imigração e que as estatísticas oficiais não o mostram porque os dirigentes não o querem admitir.

"A criminalidade na Alemanha aumentou mais de 10% (os responsáveis não querem anunciar estes números) desde que os migrantes foram aceites", escreveu hoje no Twitter, um dia depois de ter interferido uma primeira vez na crise política que abala a coligação liderada por Angela Merkel devido à questão das migrações. "Outros países estão pior. Sê inteligente, América", acrescentou.

Trump enfrenta um intenso debate interno sobre as leis de imigração nos Estados Unidos, avivado com críticas à administração pela política de separar pais e crianças que tentam entrar ilegalmente pela fronteira com o México. O 'tweet' sobre a Alemanha foi seguido de uma serie de 'tweets' sobre o tema: "Se não há fronteiras, não há país", escreveu, atacando em seguida o Partido Democrata.

"Os Democratas são o problema. Eles não se importam com o crime e querem que os imigrantes ilegais, por muito maus que sejam, entrem em massa e infestem o nosso país [...] Eles não conseguem vencer com as suas políticas péssimas, por isso veem-nos como potenciais eleitores", escreveu o Presidente norte-americano.

  • Kirstjen Nielsen ignorou gravação das crianças separadas dos pais na fronteira com o México

    Numa conferência de imprensa que começou com um atraso de quatro horas, Kirstjen Nielsen, secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos, negou que a administração norte-americana tenha criado uma política para separar famílias na fronteira com o México e garantiu que só haverá separação nos casos em que não se consiga determinar ligação de parentesco ou direito de custódia