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PCP/Congresso: Alterações nos órgãos de direcção foram "normais e pacíficas" - Direcção

Lisboa, 01 Dez (Lusa) -- O dirigente do PCP Albano Nunes afirmou hoje que as alterações na composição dos órgãos executivos e do comité central "são assumidas pelos que entram e pelos que saem" e que o processo foi pacífico.

Lisboa, 01 Dez (Lusa) -- O dirigente do PCP Albano Nunes afirmou hoje que as alterações na composição dos órgãos executivos e do comité central "são assumidas pelos que entram e pelos que saem" e que o processo foi pacífico.

"As saídas e entradas são normais e assumidas pelos membros do partido, são entradas e saídas pacíficas", afirmou, acrescentando que as alterações resultam "do trabalho colectivo" e são "inteiramente assumidas pelos que entram e pelos que saem".

"Sempre há alterações, renova-se, rejuvenesce-se", disse, em declarações aos jornalistas, no XVIII Congresso do PCP, que termina hoje em Lisboa.

Albano Nunes, que saiu da comissão política e se mantém no secretariado do comité central, afirmou que a "ligeira redução" dos órgãos "corresponde às orientações" do partido.

Da comissão política saíram sete elementos e entraram dois, "mais jovens", afirmou.

Os órgãos executivos vêem diminuída a presença de mulheres em consequência da redução da sua dimensão, admitiu Albano Nunes.

As eleições da comissão política e do secretariado decorreram por braço no ar, na reunião do Comité Central, hoje de madrugada, disse.

Quanto à eleição da Comissão Central de Controlo, o órgão de jurisdição do partido, foi feita por voto secreto, "por imposição da lei dos partidos".

Albano Nunes sublinhou que "os camaradas que saem" da comissão política, entre os quais o deputado Agostinho Lopes, José Casanova e Rosa Rabiais, continuam a "assumir responsabilidades".

Rosa Rabiais continua com a emigração e José Casanova continua como director do jornal do PCP, o "Avante!", disse.

Os organismos executivos foram eleitos hoje na primeira reunião do Comité Central do PCP que saiu do XVIII congresso comunista.

Na reunião de delegados para eleger o Comité Central, a saída do dirigente histórico Carlos Costa foi contestada por alguns elementos.

SF.

Lusa/fim