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Competição arranca em força

O Global Management Challenge 2010 começou e são já conhecidos os resultados da primeira tomada de decisão.

Maribela Freitas (www.expresso.pt)

Estão em prova pela primeira vez 756 equipas, um número nunca antes alcançado em Portugal. Contudo e apesar de estarem tantas formações a competir, apenas 108 chegarão à segunda volta, agendada para Setembro. Para atingirem a próxima etapa, as equipas têm ainda de tomar mais quatro decisões. Ao longo das próximas semanas, enquanto as formações traçam o seu destino, antigos e actuais participantes desta competição organizada pelo Expresso e a SDG há mais de 30 anos, vão deixar neste espaço o seu testemunho. O que leva uma equipa a competir ou quais os factores que garantem o bom desempenho das formações, serão alguns dos temas a abordar nas próximas semanas.

A motivação dos estreantes

Paulo Malta está a participar pela primeira vez no Global Management Challenge. Foi a vontade de desenvolver competências de gestão que o entusiasmou a inscrever-se nesta competição.

A possibilidade dada por esta simulação de gerir, embora de forma virtual, uma empresa, é algo que atrai Paulo Malta. A equipa que integra é formada por quadros da Cisco. A possibilidade de obter novos conhecimentos e aprofundar competências de gestão é o que mais o atrai nesta prova.

"O Global Management Challenge é uma excelente oportunidade para colocar em prática estratégias disruptivas e verificar o resultado dessas mesmas estratégias", explica Paulo Malta. Na sua perspectiva, a forte interdependência entre todos os departamentos de uma empresa e o compromisso que é preciso obter nas decisões, são também duas das áreas de onde poderá retirar bastantes ensinamentos. Aliás, foi a vertente formativa da competição que o levou, juntamente com mais quatro colegas, a investir nesta participação.

Sendo esta a sua primeira vez no Global Management Challenge, Paulo Malta está ciente de que a sua equipa vai ter de trabalhar no duro para passar à segunda volta. "O facto de trabalharmos todos em equipas diferentes dentro da Cisco, torna um desafio conseguir encontrar alturas em que nos consigamos reunir todos", releva Paulo Malta. No entanto, esta aparente limitação pode ser uma vantagem competitiva. È que, acrescenta Paulo Malta, "a nossa formação é composta por pessoas muito diferentes, que se juntaram em torno de um objectivo comum, fazendo da diversidade de opiniões uma vantagem competitiva".