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Singapura lidera aquisições financeiras durante a crise

Os dois fundos soberanos da cidade-estado asiática, a GIC e o Temasek, foram os que mais investiram em grandes operações financeiras durante os dois anos de Grande Recessão.

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)

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A Government of Singapore Investment Corporation (GIC) e a Temasek Holdings, os dois fundos soberanos da cidade-estado de Singapura, foram os que mais investiram no sector financeiro internacional durante o período da Grande Recessão entre 2007 e final de 2009. GIC e Temasek investiram 25,7 mil milhões de dólares em grandes operações de aquisição de posições, durante o pânico financeiro e a recessão, nos bancos UBS, Citigroup, Barclays e Standard Chartered.

Foi mais de 45% do esforço total de grandes investimentos realizados pelos 8 principais fundos soberanos do mundo, segundo o estudo "The New Brave World of Sovereign Wealth Funds" publicado esta semana pelo The Lauder Institute of Management and International Studies do Wharton Leadership Center, da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos.

A GIC é o segundo em activos entre a mais de meia centena de fundos soberanos existentes no mundo e o Temasek é o 8º no ranking. A maior operação naquele período de crise foi do GIC no banco suíço UBS - 9,8 mil milhões de dólares.

No mesmo período, o segundo fundo soberano que mais investiu em grandes operações financeiras foi a Abu Dhabi Investment Authority, o maior fundo soberano do mundo, que aplicou 9 mil milhões, no UBS e no Carlyle Group. Seguiu-se a China Investment Corp com um investimento de 8 mil milhões no Morgan Stanley e no grupo Blackstone.

Os oito fundos soberanos com maior actividade de investimento durante a crise foram a GIC de Singapura, a Abu Dhabi Investment Authority, a Temasek Holdings (Singapura), a China Investment Corp, o Kuwait Investment Office, a Qatar Investment Authority,o Korea Investment Corp e a Saudi Arabian Monetary Agency.

Os alvos financeiros destes grandes investimentos foram o UBS, Citigroup, Morgan Stanley, Merrill Lynch, Barclays, grupo Blackstone, Standard Chartered e grupo Carlyle.

Os maiores fundos soberanos, segundo o levantamento realizado pelo estudo da Wharton, são a Abu Dhabi Invest. Authority (875 mil milhões de dólares de activos), a GIC de Singapura (330 mm), o Fundo de Pensões da Noruega (301 mm), a Saudi Arabian Monetary Agency (270 mm), o Kuwait Investment Office (265 mm), o Russia Stability Fund (225 mm), o CIC da China (200 mm - mas outras fontes apontam para cerca de 300 mm), o Temasek Holdings de Singapura (134 mm) e o Fundo de Pensões do Canadá (121 mm). Uma lista alternativa pode ser encontrada no Sovereign Wealth Fund Institute.