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"Reforma profunda do sistema de pensões está a resultar"

O ministro da Economia afirmou que Portugal tem indicadores positivos que o colocam como segundo país da Europa com menor pressão orçamental no futuro.

O ministro da Economia, Vieira da Silva, destacou hoje que Portugal fez "uma reforma profunda" do sistema de pensões e que está a "produzir resultados", em reação ao aviso do comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários.  

 

Vieira da Silva falava em Xangai, na China, à margem de um encontro internacional sobre desenvolvimento sustentável.  

 

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários avisou na segunda feira, no Luxemburgo, que Portugal e Espanha têm de prosseguir as reformas estruturais, nomeadamente no mercado do trabalho e sistema de pensões.   



Apesar de desconhecer a totalidade das declarações, Vieira da Silva salientou que Portugal conduziu "uma reforma muito profunda do seu sistema de pensões".  

 

"Portugal tem indicadores nesse domínio que o colocam como segundo país da Europa com menor pressão orçamental no futuro", destacou Vieira da Silva.



Reforma continuará a resultar 

"Essa é uma reforma que do ponto de vista das contas públicas irá continuar a produzir resultados. Irá produzir tanto mais resultados, quanto mais se for consolidando e tem mecanismos automáticos de consolidação", acrescentou.   



Vieira da Silva recusou-se a prestar mais comentários, resumindo: "Basta ver o antes e depois da reforma".  

 

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, referiu ontem que Portugal e Espanha já anunciaram ou vão anunciar "reformas estruturais substanciais", mas avisou que "mais terá de ser feito".



Mais medidas na Península Ibérica 

"A nossa análise preliminar é que os objetivos revistos [por Portugal e Espanha] para 2010 e 2011 são apropriados, disse Olli Rehn, no final da reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro.  

 

"Eu apenas posso encorajar os dois países a continuarem as reformas estruturais, por exemplo no mercado do trabalho e no sistema de pensões, disse Olli Rehn, acrescentando que isso terá de ser feito "com toda a determinação que é necessária nesta situação delicada".  

 

      

 

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***