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Portugal no sobe e desce do risco de bancarrota

Depois de ter subido ao 7º lugar do TOP 10 mundial do risco de bancarrota, Portugal saiu hoje de manhã desse clube, mas voltou a reentrar ao almoço. Mas, a meio da tarde, já saiu de novo

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)

O risco de default (incumprimento da dívida soberana) no caso português diminuiu ontem e manteve uma tendência de baixa de manhã.

Depois do país ter reentrado no clube dos de maior risco mundial na segunda-feira, tendo ficado em 7º lugar, o risco no caso português baixou ontem de 21,5% para 20,78% e hoje de manhã já se encontrava nos 16,76%.

No entanto, agora, a meio do dia, já subiu, de novo, para mais de 21%, e reentrou para 10º lugar no clube de má fama.

No entanto, a meio da tarde já havia saído, de novo, do clube.

Apesar da baixa do risco, a Grécia, ainda, se mantinha, no entanto, em 4º lugar nesse TOP 10 de má fama de manhã e agora voltou a subir para o 3º lugar.

O TOP 10 é hoje ocupado, por ordem decrescente de risco de bancarrota, pela Venezuela, Argentina, Grécia, Paquistão, Ucrânia, Dubai, Iraque, Letónia, região da Sicília e estado da Califórnia.

A Grécia tem de pagar hoje 8,5 mil milhões de euros de títulos a 10 anos que chegam à maturidade, o que fará sem necessidade de recorrer ao mercado internacional, como anteriormente.

A primeira tranche de 20 mil milhões de euros já foi disponibilizada em empréstimos, a juros mais baixos aos vigentes nos mercados internacionais, ao abrigo do pacote aprovado pela União Europeia que prevê um montante de 110 mil milhões para 3 anos. Um montante de €14,5 mil milhões por parte da UE foi disponibilizado ontem que se acrescentou a €5,5 mil milhões recebidos em Atenas do Fundo Monetário Internacional.