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GIC - Global Investment Challenge

GIC

Seis concorrentes com ganhos acima de 20%

O primeiro classificado do Global Investment Challenge leva já uma valorização de 34,70%.

'Susy' e 'Jorge69' têm dominado as últimas sessões da competição de bolsa. A performance destes dois concorrentes tem sido muito semelhante. Mas na sessão de quinta-feira, 'Susy' conseguiu distanciar-se do 2.º classificado.

A líder conseguiu melhorar o desempenho do seu portefólio e apresenta uma rentabilidade, desde o início da competição, de 34,70%. 'Jorge69' regista ganhos de 33,82% no mesmo período. Os dois concorrentes encabeçam ainda a tabela relativa ao segundo período da competição.

O 3.º lugar continua a ser ocupado pelo utilizador 'warren'. No entanto, na sessão de quinta-feira, este concorrente conseguiu aproximar-se dos líderes, com os ganhos da sua carteira de investimento a subirem de 20,37% para 27,31%. Para além deste trio, há mais três concorrentes com ganhos superiores a 20%.

Os índices dos mercados Euronext apresentaram ganhos ligeiros. O Euronext 100 subiu 0,19% e o PSI-20 valorizou 0,47%. Apesar dos números indiciarem uma certa estabilidade, a sessão foi tudo menos calma.

Das cotadas que compõem o índice representativo dos mercados Euronext, o destaque pertenceu aos títulos do banco Fortis, que dispararam 19,79%, beneficiando os concorrentes com esta acção em carteira. Do lado das descidas, a maior desvalorização foi da retalhista francesa Carrefour, que perdeu mais de 7%.

No índice de referência do mercado nacional, a banca também esteve em destaque. O BPI escalou 6,23%, depois do BCP ter anunciado que vendeu a posição que detinha no banco liderado por Fernando Ulrich a um grupo angolano (ver link no final do texto). Os títulos ligados ao sector da electricidade também tiveram uma sessão bastante positiva, já que REN, EDP Renováveis e EDP conseguiram apreciar mais de 5%.

A Galp, o título mais transaccionado pelos concorrentes, destoou destes ganhos. Os títulos da petrolífera liderada por Ferreira de Oliveira derraparam 4,14%, condicionados pelas perdas das empresas do sector e pela desvalorização do preço do petróleo.