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Parlamento alemão poderá ter de votar o acordo com Chipre

O ministro das Finanças alemão Wolgang Schauble foi o primeiro a falar, mesmo antes da conferência de imprensa do Eurogrupo.

Foi uma espera longa durante o domingo à tarde e à noite para o início efetivo da reunião do Eurogrupo em Bruxelas, mas depois do presidente cipriota Anastasiades ter anunciado que havia um acordo com a troika a apresentar aos ministros das Finanças da zona euro, a reunião, dirigida por Jeroen Dijsselbloem, foi rápida.

O ministro alemão Wolfgang Schaueble foi o primeiro a falar mesmo antes da conferência de imprensa do Eurogrupo, que se iniciará em breve.

Schaueble resumiu as decisões em cinco pontos: a) será necessário relizar um bail in dos dois principais bancos; b) a troika irá contactar a Rússia; c) a decisão do Eurogrupo de hoje não necessitará de ir ao Parlamento cipriota; d) o Bundestag, o parlamento alemão, poderá ter de votar o acordo com Chipre; e) o "modelo económico" cipriota tem de mudar fundamentalmente.