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Acções: o "top 20" da Europa

Na sua estratégia europeia, o Citigroup indica as 20 acções mais apetecíveis no Velho Continente e que marcam uma clivagem entre o Norte e o Sul.

Nuno Alexandre Silva (www.expresso.pt)

A escolha de acções por países volta a ser crucial no "European Portfolio Strategist", divulgado hoje pelo Citigroup. Principalmente, o Norte e Sul traçam a linha divisória para os analistas da instituição norte-americana. "É importante os investidores globais perceberem que a Europa é uma região onde a mesma medida não serve a todos", lê-se na nota que indica ainda que William Buiter, economista-chefe do "Citi", acredita que falências estatais são pouco prováveis, à excepção da Grécia.

A equipa de analistas continua a acreditar que, assim como tem acontecido, "os próximos meses e anos" vão trazer uma diferença de desempenhos nos mercados bolsistas entre o Norte e o Sul da Europa, com o Sul a sair penalizado devido ao risco de "impostos empresarias mais altos" e a um maior enviesamento para o mercado doméstico face ao internacional.

Centrados na estratégia de escolha de empresas mais focadas no mercado internacional e menos no interno, com balanços sólidos e pertencentes aos quatro países que o "Citi" acredita serem os mais atractivos (Holanda, Suécia, Áustria e Finlândia) ou com bom cenário de dívida pública (Alemanha ou Noruega), o documento inclui 20 acções que estão no topo das mais apetecíveis para os investidores.

A gigante suíça de relógios Swatch, a alemã Siemens, a fabricante de automóveis BMW e a maior empresa do mundo do aço, a ArcelorMittal, são apenas algumas das escolhas do analistas.