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Carlos Costa foi escolha unânime para BdP

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, revelou que a escolha de Carlos Costa para substituir Vítor Constâncio no cargo de governador do Banco de Portugal foi de mútuo acordo com José Sócrates.

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, revelou hoje que a escolha de Carlos Costa para substituir Vítor Constâncio no cargo de governador do Banco de Portugal (BdP) foi de mútuo acordo com o primeiro ministro, José Sócrates.      "Um dia à tarde o primeiro ministro perguntou-me quem tinha para ir para o BdP e disse que quem estava à cabeça era Carlos Costa e ele disse para ficar por aí que era nesse [nome] em quem estava a pensar", afirmou hoje Teixeira dos Santos, na cerimónia dos 25 anos da Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Economia do Porto.      O ministro das Finanças disse que foi uma escolha "fácil e com grande aceitação pública", realçando "a satisfação por poder contar com a disponibilidade dele [Carlos Costa] para assumir um cargo de elevada responsabilidade num momento que não é fácil para o setor".      "Conhecemos as suas capacidades, com uma carreira profissional que revela as suas qualidades, com grande sentido de equilíbrio, de responsabilidade e de dever, qualidade essenciais para o alto cargo que vai desempenhar", acrescentou.     *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.