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BPI desistiu de financiar TGV por alteração das condições financeiras

O presidente da Soares da Costa disse que o BPI "invocou a alteração das condições do mercado" para desistir de financiar o projeto de alta velocidade.

O presidente da Soares da Costa  uma das empresas que lidera o consórcio que vai construir o troço de alta velocidade Poceirão-Caia, disse hoje que o BPI invocou a alteração das condições do mercado para abandonar o financiamento do projeto.     "Antes da assinatura do contrato [do troço Poceirão-Caia], o BPI desinteressou-se", afirmou aos jornalistas do presidente da Soares da Costa, Pedro Gonçalves, à margem de um almoço-debate promovido pela Associação Comercial de Lisboa.   Pedro Gonçalves disse que o BPI "invocou a alteração das condições do mercado" para desistir de financiar o projeto.  

BPI sem interesse em projetos a longo prazo

  A saída do BPI do conjunto de bancos que estão a financiar o troço Poceirão-Caia foi avançada hoje pelo Jornal de Negócios, que noticia que "a instituição liderada por Fernando Ulrich não tem interesse em financiar projetos a longo prazo e decidiu sair do sindicato de financiadores".     O presidente da Soares da Costa explicou que o BPI foi um dos banco que integrou o consórcio financeiro depois da adjudicação do concurso, ao lado do Santander, do BNP Paribas, da Caixa Geral de Depósitos (CGD), do BCP e do BES.     De acordo com Pedro Gonçalves, o consórcio integrava inicialmente apenas a CGD e o BCP, mas "após a adjudicação um grupo muito alargado de bancos veio disponibilizar-se para integrar o consórcio".       ***Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.