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Passaporte para uma carreira no mundo da alta finança

A certificação de Chartered Financial Analyst é muito valorizada no recrutamento e evolução profissional no sector financeiro. Obtê-la exige experiência profissional e avaliação ética e técnica

“Sempre tivemos a ética no centro do que fazemos”, diz Paul Smith, presidente do CFA Institute

“Sempre tivemos a ética no centro do que fazemos”, diz Paul Smith, presidente do CFA Institute

JOÃO SILVA

São uma elite que abrange menos de 200 portugueses. Os profissionais da indústria financeira com a acreditação de Chartered Financial Analyst (CFA), a mais reconhecida no sector, têm um fator diferenciador que é muito valorizado pelos empregadores. Quem o diz são os especialistas de consultoras de recrutamento, que falam ao Expresso num “selo de qualidade”, com impacto na evolução da carreira, nomeadamente em termos salariais.

Esta certificação, atribuída pelo CFA Institute, uma espécie de ordem profissional que agrega mais de 120 mil pessoas da indústria financeira por todo o mundo, “tem um impacto e uma relevância muito grande na área financeira”, diz Mário Rocha, diretor da consultora Hays. Em sectores como o da gestão de ativos de clientes, fundos de investimento, banca de investimento, capital de risco, consultoria financeira, corretagem, seguros e até reguladores da área financeira, ter o CFA “é altamente valorizado nos processos de recrutamento. E, em alguns casos, já é mesmo um requisito obrigatório”, afiança.

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