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Como Salgado e Morais Pires esconderam os problemas do BESA

O BES foi intervencionado a 3 de agosto de 2014, quatro dias depois de serem conhecidas as contas do primeiro semestre com um prejuízo recorde

tiago miranda

Esquema: Presidente e administrador financeiro do Banco Espírito Santo ocultaram situação do banco angolano durante anos

Isabel Vicente

Isabel Vicente

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Jornalista

João Silvestre

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Editor de Economia

João Vieira Pereira

João Vieira Pereira

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Diretor-Adjunto

Dia 25 de julho de 2014. Sexta-feira. Faltavam nove dias para o fim do Banco Espírito Santo (BES). A Comissão Executiva, já liderada por Vítor Bento, reunia e tomava uma série de importantes decisões sobre a relação com o BES Angola (BES). Na altura, já se sabia que o caso era grave mas só na semana seguinte chegaria a certeza de que o buraco vindo de Luanda era demasiado grande para a casa-mãe aguentar o embate.

Vítor Bento, José Honório e João Moreira Rato, que entraram no BES em meados de julho, não chegam sequer a aquecer o lugar. A 3 de agosto é aplicada a medida de resolução ao BES. Bento inicia a mudança de imagem dos balcões para Novo Banco mas a 13 de setembro apresenta a demissão.

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