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Investimento chinês: só a Finlândia nos passou à frente

Xi Jinping chega esta terça-feira a Portugal para uma visita oficial de dois dias

JUAN IGNACIO RONCORONI / EPA

Dragão asiático investiu 6 mil milhões de euros em Portugal desde 2000. É o segundo país europeu com maior peso de investimento de origem chinesa

O dragão chinês enamorou-se das duas pontas mais periféricas da zona euro. A Finlândia e Portugal foram, nos últimos 18 anos, os dois membros da moeda única com maior peso de investimento de origem chinesa na sua economia. O investimento chinês que atraíram entre 2000 e 2017 representa respetivamente 3,2% e 3,1% do produto interno bruto (PIB), segundo o último levantamento anual realizado pela consultora nova-iorquina Rhodium Group e pelo Mercator Institute for China Studies, um think tank de Berlim. Muito acima da média de 0,8% do PIB na União Europeia (ver tabela).

O valor acumulado foi de €7,1 mil milhões, no caso do país nórdico dos lagos, e de €6 mil milhões para o país mais ocidental do continente. São valores distantes ainda assim das cinco economias da União Europeia que mais atraíram investimento chinês: Reino Unido com €42,2 mil milhões; Alemanha com €20,6 mil milhões, Itália com €13,7 mil milhões, França com €12,4 mil milhões e Holanda com €9 mil milhões. Mas no caso de Portugal, é quase duas vezes o investimento chinês na vizinha Espanha e, no caso da Finlândia, é duas vezes e meia o investimento realizado na vizinha Suécia. São 7 as joias da coroa chinesas emblemáticas do investimento em Portugal.

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