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“Em Portugal há uma boa mistura de criatividade e de tecnologia”

Ana Baião

Entrevista a Vincent Rouaix, Presidente executivo do Grupo Gfi, com clientes como EDP, BNP Paribas e Altice, entre vários ministérios e institutos públicos

Vincent Rouaix, presidente executivo do grupo francês Gfi, gosta de Portugal. Vem cá com frequência e alimenta boas relações com o poder político. Depois de, no ano passado, ter dado conta do crescimento da filial portuguesa ao primeiro-ministro, António Costa — que já conhecia enquanto líder da oposição —, recentemente teve a oportunidade de mostrar mais resultados obtidos em terras lusas. A inauguração das novas instalações da multinacional tecnológica, em outubro, em Lisboa, contou com a presença do ex-ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral (ainda era membro do Governo), que agradeceu o facto de “escolherem Portugal para investir, para crescer, e por trabalharem a partir de Portugal para o mundo”. A multinacional especialista em tecnologias de informação e em transformação digital reúne clientes como EDP, BNP Paribas e Altice, entre vários ministérios e institutos públicos.

Com uma faturação global na ordem dos €1,5 mil milhões, o volume de negócios gerado em Portugal parece uma gota de água. Em 2017, foram cerca de €90 milhões as receitas somadas da filial da Gfi com as da ROFF (contribuiu com €60 milhões), que integra, desde 2016, o grupo francês, numa aposta de crescimento no mercado nacional (para 2018, a estimativa é de mais de €100 milhões). A ROFF foi uma aquisição estratégica, pois lidera na tecnologia SAP e tem uma atuação global, tal como a Gfi, que está presente em 20 geografias. Rouaix acredita que ambas as empresas podem gerar mais €60 milhões, um potencial que, porém, não esgota os planos para Portugal.

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