Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

Venda da Comporta acaba com ameaças de processos-crime

João Carlos Santos

Assembleia de participantes do fundo gerido pela Gesfimo ficou marcada por tensão e acusações

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Quando, na manhã da passada terça-feira, os participantes do fundo imobiliário da Herdade da Comporta se reuniram no Hotel Sana, na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, já sabiam o desfecho da assembleia. A Rioforte e Novo Banco tinham a maioria dos votos e iriam viabilizar a venda dos ativos. E na véspera o Ministério Público revelara que aprovava o negócio de venda dos ativos da Comporta ao consórcio de Paula Amorim e Claude Berda. O que os participantes não sabiam é que na reunião os ânimos se exaltariam, entre acusações e ameaças de processos-crime por injúria.

O ambiente da assembleia aqueceu quando o advogado Henrique Chaves, em representação de uma participante do fundo, da família Espírito Santo, acusou o Novo Banco, a Rioforte e a Gesfimo (sociedade gestora do fundo) de terem atuado de forma concertada para afastar o consórcio da Oakvest e da Portugália da corrida à compra da Comporta, depois de aquele consórcio ter chegado a ser selecionado pela Gesfimo como autor da melhor proposta.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para descarregar as edições para leitura offline)