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37% dos portugueses já fazem compras pela internet e 52% relacionam-se com o seu banco

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Em 2018 aumentou o número de portugueses que utiliza internet quer para fazer compras quer para gerir as suas contas bancárias. 98% das empresas tem acesso à internet

O acesso à internet em casa continua a aumentar e abrange já 79% dos agregados em 2018, mais 2 pontos percentuais face ao ano anterior e mais 26 pontos percentuais do que em 2010, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Na sua sua maioria o acesso à internet em casa é feito através da utilização de banda larga. "Em 2018, 81% do número de utilizadores entre os 16 e os 74 anos acederam à rede móvel, através de telemóvel ou smartphone, 67% dos residentes utilizaram ou instalaram aplicações no smartphone", adianta o INE.

A proporção de utilizadores de internet banking, entre os 16 e os 74 anos é de 52%, tendo aumentado 10% em relação ao ano anterior. Ainda assim, a percentagem é inferior ao número de utilizadores que tem vindo a ser registado na União Europeia, que ascende em 2018 a 61%.

Quanto ao número de portugueses que utilizam o comércio eletrónico, o crescimento é mais timido, ficou pelos 3% face a 2017. Sendo que 37% dos portugueses com idades entre os 16 e os 74 anos já faz compras pela internet, mas também aqui em nível inferior ao registado na União Europeia. Face a 2010 o crescimento do número de portugueses a utilizarem este serviço foi de 22%.

É na região de Lisboa que maior número de utilizadores existe, sendo o Alentejo a região com menor número de adesão à internet.

63% das empresas tem web site próprio

No que diz respeito ao número de empresas que utilizam a internet, o INE revela que em 2018 98% das empresas com 10 ou mais pessoas têm acesso à internet e 67% acedem através da banda larga móvel. O grau de utilização é maior nas empresas de informação e comunicação e menor no setor de alojamento e restauração.

63% das empresas com 10 ou mais pessoas referem ter um website próprio ou do grupo económico onde trabalham, o que se distancia ainda da média europeia cuja utilização é de 77%.

Em 2018, ainda segundo o gabinete de estatística português, 8% das empresas utilizam robôs na sua atividade, em particular no setor da indústria e energia.