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“Reduzimos a dívida sem deixar de investir”

Nuno Marques, de 43 anos, ingressou há seis anos na Visabeira, depois de fazer carreira nas telecomunicações do Grupo Pavicentro

RUI DUARTE SILVA

Nuno Marques Presidente executivo da Visabeira

no quartel-general da Visabeira, no Palácio do Gelo, em Viseu, 800 funcionários distribuídos por dois pisos ocupam-se dos serviços partilhados e das operações remotas da multinacional um pouco por todo o mundo. Cem empresas operando em 74 mercados, 10 mil assalariados em 17 países (4800 em Portugal) e €640 milhões de faturação (2017) — eis o retrato atual do maior conglomerado português sediado fora de Lisboa e Porto. Não se safou nada mal o grupo de engenharia de redes fundado em 1980 pelos irmãos Daniel (falecido em 1985) e Fernando Nunes, que começou por abrir valas e assentar cabos para as redes elétrica e de telecomunicações. Nuno Marques leva seis anos no grupo e sucedeu em 2015 a Paulo Varela como presidente executivo. O seu compromisso é atingir a faturação de €1000 milhões em 2020 — 70% no exterior.

Qual o rumo da multinacional Visabeira, 40 anos depois da fundação?
O crescimento internacional, através do reforço dos três negócios estratégicos. A área dos serviços de engenharia de redes de telecomunicações e energia será a principal alavanca, por ter mais potencial de crescimento. Estamos no top 3 europeu, já somos o operador mais diversificado. A ambição é chegar à liderança. Depois, na indústria, manter a expansão mundial da Vista Alegre e da Bordalo Pinheiro. E manter a presença no turismo, que tem um peso mais reduzido.

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