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Candidatos podem recusar algoritmos

Os candidatos a emprego podem recusar ser selecionados exclusivamente por algoritmos

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Regulamento Geral de Proteção de Dados coloca nas mãos dos candidatos o poder de decidir se querem ser recrutados com base numa análise automatizada. Poucos sabem disso

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

As empresas que utilizem sistemas automatizados de seleção e recrutamento (algoritmos) devem informar os candidatos a emprego antes destes disponibilizarem quaisquer dados pessoais ou submeterem a candidatura. Tudo porque, ao abrigo do Regulamento Geral da Proteção de Dados, “o candidato tem o direito de não ficar sujeito a nenhuma decisão tomada exclusivamente com base no tratamento automatizado” e pode requerer que o processo seja conduzido por humanos. É Ricardo Henriques, advogado da sociedade Abreu Advogados, quem lança o alerta. O especialista reconhece que a inteligência artificial está a fazer um reset aos modelos de recrutamento tradicionais e há questões éticas a emergir deste novo paradigma, para o qual empresas e candidatos ainda têm de se preparar.

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